Receitas

Maria Cristina Faria

Maria Cristina Faria

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Por trás de uma receita

Minhas receitas começam com os ingredientes? Não. Começam com o solo onde foram produzidos, com a consciência do agricultor, com a necessidade de menos transportes possível, com parcerias para comercialização.

Ao seguir a receita de um prato, espera-se que o resultado seja o mesmo que o chef de cozinha idealizou, porém há muito mais por trás de uma simples receita.

É preciso escolher bem os ingredientes. Dê preferência para os produtos orgânicos, pois são livres de venenos altamente prejudiciais à saúde. Escolha os integrais e os que foram menos processados. É fundamental que estejam na época. Produtos da estação são mais ricos em sabor e nutrientes e mais baratos.

E você conhece os ingredientes? Sabe escolher uma hortaliça? Pode fazer substituições? Consegue adequar a receita para alguém com dieta? Resolve aumentar ou diminuir e se perde nas proporções?

Quem elabora a receita, também procura harmonizar os sabores e este é o ponto principal. Existe uma gama enorme de sabores divididos em 5 grupos: picante, azedo, salgado, neutro ou doce e amargo. Cabe ao cozinheiro saber dosar cada um e mistura-los de forma harmoniosa para resultar naquele: huuummm!!

E não tem como colocar no modo de fazer, todas as dicas! Essas são o segredo do sucesso!

Eu tenho segredos como cortes que realçam o sabor e aproveitam melhor os nutrientes; usar produtos orgânicos com casca, talos, folhas e sementes, agregando mais valor nutricional; chama falsa que é muito mais fraca do que a baixa; marinar, hidratar, prensar, germinar, desidratar são coisas para aprender uma de cada vez; qual panela, forma ou outro utensílio utilizar e como usar; e tantas dicas mais.

Por isso, gostaria que colocassem suas perguntas nos comentários e eu vou tentando sana-las com novos artigos. Ah, e com receitas saudáveis também.

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Guloseimas saudáveis

Outubro é mês das crianças!!!

Vai preparar uma festinha, convidar amiguinhos dos filhos, receber netinhos???

E ideia para a lancheira? Piquenique?

Vamos focar na saúde dos pequenos!! Essa oficina pretende resolver esse problema apresentando delícias saudáveis! Sem lactose, sem glúten, pouco açúcar e de melhor qualidade. Vamos explicar, conversar, preparar e degustar... claro!!

3 horas

Receitas doces e salgadas.

Deliciosos, saudáveis e atrativos para as crianças e também para as crianças grandes!!

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Bobó de castanha de caju

Esta receita de bobó totalmente vegetariana, preparei com muito carinho com produtos da estação, tudo fresquinho e orgânico!
Ingredientes:
250g de aipim
1 cenoura cortada em rodelas
1 caju (opcional, quando é época)
100g de castanha de caju crua
2 tomates
Coentro, salsa, cebolinha, pimenta e sal a gosto.
1 colher (sopa) de azeite de dendê
Leite de coco (250ml de água morna com 1 xícara de coco picado, coar)
 
Modo:
Prepare uma abóbora para rechear
Faça um corte como uma tampa, retire as sementes (que poderão ser aproveitadas) e cozinhe inteira com um pouco de água no fundo da panela. Regue o interior da abóbora com shoyu e quando tiver macia/firme, desligue.
Cozinhe bem o aipim com sal e retire a fibra central. Liquidifique com o leite de coco até ficar cremosos (se necessário, coloque água do cozimento do aipim).
Em outra panela, cozinhe as cenouras levemente e depois dê um choque térmico com água fria. Reserve também.
Refogue os tomates pcados e o caju (espremer para tirar todo o suco) desfiado no azeite de dendê e tempere com sal.
Acrescente o creme de aipim e deixe aquecer, mexendo.
Ao alcançar fervura, desligue e acrescente os outros ingredientes.
Prove o sal.
Coloque este creme na abóbora e decore com folhas refogada, pimenta e castanhas.

Em recente viagem de férias, tive a oportunidade de conhecer uma nova cultura aqui mesmo no centro do Brasil.

Alto Paraíso de Goiás é a cidade que abriga o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Localizada no nordeste do estado de Goiás, exatamente sobre uma imensa placa de cristal de quartzo, é conhecida por sua geografia: cânions, cachoeiras, nascentes, minas de cristal e vegetação de cerrado, com suas exuberantes flores entre rochas. Atrai turistas do mundo todo pela beleza e paz do local e por um misticismo que envolve a região. É considerada santuário goiano do misticismo, esoterismo e espiritualismo.

A população tem muita consciência ecológica e uma mente elevada sendo 50% vegetariana! Há o trabalho de implantação e apoio à agricultura familiar e promoção de feiras de sementes crioulas e florestais!!

A pousada em que me hospedei fica entre o distrito de São Jorge e a cidade de Alto Paraíso. Pela propriedade de quase 400 hectares passeavam animais em processo de extinção como: lobo guará, veado campeiro, ema, tucano que, não sei se infelizmente ou felizmente, só vi pegadas! Sem falar na grande população de cobras!

É na verdade um “yoga resort” que trabalha na consciência de Krishna. Lá acontecem retiros o ano todo e mesmo os hóspedes sem nenhuma experiência nessa cultura experimentam a paz e harmonia do local e das pessoas, participando de aulas de yoga, meditação, cânticos devocionais, caminhadas na natureza, água pura de nascente!

A alimentação merece um destaque: pura, orgânica, deliciosamente natural e saudável! É oferecida a Krishna e assim se torna alimento sagrado (prassada)! Alimentar-se assim, mesmo que seja apenas por alguns dias, te proporciona um bem estar capaz de mudar completamente seu estado de espírito. Penso que deveríamos refletir muito sobre o alimento: quem plantou, como tratou da terra, como chegou até nós, quem preparou, que energia colocou nesse ato, que pensamentos teve na elaboração e combinação...

Cada um tem sua crença, espiritualidade, mas amor é um só e DEUS é sempre Deus! Oferecer a Deus, tudo: o seu dia, suas ações, suas palavras, o seu trabalho, o que você prepara para alimentar sua família, gera uma responsabilidade maior! Gera comprometimento! Se você tem alguma sensibilidade, trará essa prática para sua casa e para sua vida!

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Bolinho de grão de bico (assado)

Bolinho é tão bom!! Mas, deixamos fora da dieta porque é fritura e tem glúten... Mas este, além de ser assado, não tem glúten e é vegano (não vai ovo, nem laticínios).

Deixe de molho o grão de bico da noite para o dia. Cozinhe na pressão (quando chiar, baixe o fogo e marque 15min). Tire a pele.

1 xícara de grão de bico cozido e descascado

Temperinhos

Farinha de arroz

Amasse os grãos com um garfo deixando pouco da água do cozimento. Acrescente o que quiser. Coloquei: quinoa cozida, brotos e folhas de brócolis, cebolinha, umeboshi (ameixa salgada), castanhas trituradas, orégano. Coloque farinha de arroz até dar ponto e 1 colherinha de fermento em pó e mexa. Despeje em forminhas de empada untadas e enfarinhadas e asse em forno alto.

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Ômega 3 e a linhaça

Ouvimos: “comer peixe é saudável por causa do ômega 3”. As informações são muitas, porém são incompletas e confunde e a conseqüência é cometermos erros. Assim é com o ômega 3.

A necessidade de suplementar o ômega 3 hoje em dia se dá, entre outros motivos, ao tipo de alimentação que utilizamos (industrializada) com excesso de ômega 6, o que acarreta desequilíbrio. O que garante a saúde é a proporção entre os ômegas. Simplificando, para que o organismo não se comprometa com a falta de ômega 3 são necessárias MUDANÇAS! Principalmente eliminando os fatores que interferem nesse processo do equilíbrio que são basicamente:

- ingestão exagerada de ômega 6 e de gordura trans e hidrogenadas;

- consumo de álcool;

- deficiência em B3, B6 e C, zinco e magnésio.

Comer peixe, mais especificamente o tão bem afamado salmão, por conter ômega 3 é um engano. Esses peixes criados em cativeiro, tem quantidades muito baixas de ômega 3 e além disso sua pigmentação é artificial, podendo provocar processos alérgicos e intoxicação. Ao consumir os “saudáveis” peixes, estará consumindo também altas taxas de gordura saturada altamente prejudiciais, principalmente ao sistema cardiovascular.

Convenhamos, o peixe não é fonte de ômega 3 e não faz bem a saúde.

Temos então a semente de linhaça, rica em ômega 3! Com a ingestão de apenas 2 colheres de sopa (não mais que isso) diária dessa sementinha e teremos suprida a necessidade dessa gordura. Muito mais barato, por sinal! Sem matar! Por acréscimo teremos outros benefícios, como a redução das taxas de colesterol e glicêmica, redução do risco de diabetes e de cânceres.

Agora vem novamente o problema de muita informação, incompleta e que leva ao erro!

Deve-se ingerir as sementes e não a farinha. Pois esta já sofreu oxidação, podendo causar flatulência, enxaqueca e diarréia e geralmente são provenientes do subproduto da fabricação do óleo de linhaça, ou seja, sem gordura, sem ômega 3.

E as sementes? Marrom ou dourada? Tanto faz! Nutricionalmente, são muito parecidas e no quesito ômega 3, a marrom ganha! A escolha é sua. Importante é que sejam orgânicas! Óleo de linhaça, cru e orgânico também é ótima fonte de ômega 3, mas então diminuímos a dosagem para 2 colheres de chá.

As semente de linhaça, assim como outras sementes, enquanto secas, estão adormecidas. Elas contêm substâncias de defesa para preservarem a integridade da semente até sua germinação. Por isso é preciso deixar de molho por pelo menos 8 horas. Esse processo chama-se pré-germinação (acordar a semente!) e ressalto que mesmo assim é aconselhável consumir apenas 2 colheres de sopa por dia, para não cometer exageros e errar!

Para hidratar, misture 1 parte de sementes (lavadas numa peneira com água corrente) em 5 partes de água filtrada. Triture apenas na hora de consumir! A partir daqui, poderá preparar um “leite” de linhaça, adiciona-la ao suco de frutas e verduras, sobre as saladas, preparar biscoitos desidratados, barrinhas, etc. A água que as sementes ficaram, torna-se um gel que pode ser ingerido juntamente no seu suco ou usar no lugar dos ovos, numa receita! É excelente para tratar e para prevenir problemas de digestão, úlceras e constipação.
Mas não misture a semente de linhaça a alimentos cozidos, pois causa gazes.

Para saber tudo sobre linhaça, leia o livro “A importância da linhaça na saúde”, Conceição Trucom

Se há desperdício de alimentos e consequentemente fome no mundo, 20% da responsabilidade é nossa, pois é essa a quantidade desperdiçada dentro de casa!

2 Módulos de 3 horas cada - teoria e prática

Nada de receitas com casca de frutas e açúcar! Isso é falta de criatividade e altamente nocivo a saúde!!

Bate-papo, receita, preparação e degustação

Atitudes dentro da cozinha para economia doméstica e 

sustentabilidade do planeta, técnicas e orientações para AIA - Aproveitamento Integral dos Alimentos, noções de PANCs - Plantas Alimentícias não Convencionais.

 

Com objetivo de presentar receitas deliciosas, o mais natural e saudável possível, fáceis e rápidas de preparar para que você vá para a cozinha e prepare seu próprio alimento e da sua família e seja responsável pela saúde de todos os que vão compartilhar este alimento com você.

.6 módulos de 3 horas cada

- Almoço colorido e leve de Verão

- Chá nas tardes de Outono

- Sopas que aquecem o inverno

- Piquenique saudável com as crianças

- Jantar de massas leves na Primavera

- Inove nas Ceias de Natal e Ano Novo

Por quê: Cada estação do ano, traz suas frutas e hortaliças com o melhor sabor, mais nutrientes e melhor preço!
Comprar do produtor local, que você confia, que cultiva de forma orgânica, elimina o transporte, o desperdício!

Objetivo: resgatar o VALOR do ato de cozinhar!

COZINHAR COM CONSCIÊNCIA, RESPEITANDO OS ALIMENTOS, OS ANIMAIS, O MEIO AMBIENTE E A QUEM VOCÊ AMA.
Único meio de se estabelecer um padrão de saúde para esta e as próximas gerações: alimentação natural, saudável, integral, orgânica, livre de venenos,  sem crueldade e sustentável.

Em busca de novos hábitos:

Mostrar, de uma maneira simples e prática, como é possível mudar hábitos alimentares e conquistar boa saúde. Usando produtos integrais, minimamente processados e não utilizando produtos artificiais. Buscando hortaliças e frutas orgânicas, oriundas de produtor local, preocupando-se com a quantidade de sal, de açúcar e de gordura. Como é responsável pela saúde dos outros, a pessoa que prepara o alimento.

 

 

Objetivo: conhecer alternativas ao leite animal no preparo de "queijos" e outras receitas tradicionalmente feitas com leite. Conhecer noções de AIA - Aproveitamento Integral dos Alimentos - sustentabilidade e responsabilidade.

3 horas

Teoria e prática de técnicas da alimentação viva: germinar, liquidificar, amornar, fermentar, desidratar

Para quem: todas as pessoas que tenham interesse em alimentação saudável para si e para sua família.

Os leites vegetais, carinhosamente chamados de “DELEITE” são uma boa alternativa ao leite de vaca, além de altamente nutritiva, saudável e deliciosa. Excelente para crianças, pois os hábitos alimentares e preferências definem-se desde a infância.

Indicado para quem não digere bem o leite de vaca, tem intolerância à lactose, está em dieta de pré-competição e não pode comer lacticínio, para quem é vegano ou apenas para quem quer experimentar algo diferente.

O que é: DELEITE são “leites vegetais”, ou seja, bebidas feitas a partir de frutas secas (amêndoa, noz, avelã, caju, castanha do brasil, macadâmia, pistache, etc), sementes (gergelim, cânhamo, linhaça, girassol, etc) e cereais (aveia, arroz, quinoa, trigo, etc). Queijos vegetais são preparados a partir dos deleites!

 

 

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Deleites: oficina de leites vegetais

O consumo de leite de vaca por humanos faz parte da cultura mundial, mas sua industrialização transformou o processo em tortura para milhões de vacas e filhotes, além de que já foi provado que, para aumentar a produção de leite, as vacas recebem antibióticos e hormônios de crescimento, grandes causadores de reações alérgicas e efeitos colaterais tóxicos nos humanos.

Primeiros passos para uma alimentação saudável

Bate-papo, receita, preparo e degustação - 3 horas

O que é: o DELEITE são “leites vegetais”, ou seja, bebidas feitas a partir de frutas secas (amêndoa, noz, avelã, caju, castanha do brasil, macadâmia, pistache, etc), sementes (gergelim, cânhamo, linhaça, girassol, etc) e cereais (aveia, arroz, quinoa, trigo, etc), que substituem os leites de origem animal. É de fácil preparação e isentos dos conservantes encontrados nos leites de origem animal. Outra vantagem é que as pessoas em dieta para redução de peso e os portadores de colesterol alto podem consumir sem a preocupação com a gordura.

Para quem: todas as pessoas que tenham interesse em alimentação saudável para si e para sua família.

Os leites vegetais, carinhosamente chamados de “DELEITE” são uma boa alternativa ao leite de vaca, além de altamente nutritiva, saudável e deliciosa. Excelente para crianças, pois os hábitos alimentares e preferências definem-se desde a infância.

Indicado para quem não digere bem o leite de vaca, tem intolerância à lactose, está em dieta de pré-competição e não pode comer lacticínio, para quem é vegano ou apenas para quem quer experimentar algo diferente.

Objetivo: conhecer alternativas ao leite animal, visto que o mesmo causa vários danos à saúde. Conhecer noções de AIA - Aproveitamento Integral dos Alimentos e como tudo isso está relacionado a sustentabilidade.

 

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